Mostrar mensagens com a etiqueta Angelina Jolie. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Angelina Jolie. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Invencível - Unbroken 2014

Este filme de Angelina Jolie retrata uma das muitas histórias de heroísmo e bravura que se passaram durante a guerra de 39-45. Baseado em factos verídicos, Unbroken acompanha a vida de Louis Zamperini, filho de italianos imigrantes nos Estados Unidos que, de uma infância de alcoolismo e brigas chega aos Jogos Olímpicos de Munique onde a sua última volta na prova dos 5000 metros impressionou Hitler de tal forma que este insistiu em o conhecer e cumprimentar (embora esse pormenor não seja incluido no filme). 

Durante a guerra, Zamperini fez parte da tripulação dos bombardeiros B-24 Liberator onde acaba por sofrer um acidente e ficar à deriva no mar durante semanas até se tornar prisioneiro de guerra do Japão. 

O filme é impressionante, bem filmado, com bons actores e com uma história de coragem e perseverança que marcam positivamente uma guerra tão cheia de sofrimento e vingança. Jolie, alguém que já demonstrou tantas vezes a sua energia e vontade de estar do lado certo da História, utiliza aqui a sua arte - e não só a sua imagem e fama - para mostrar mais uma história que merecia certamente ser conhecida pelo público. 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Angelina Jolie - Justiça vs Paz

Angelina Jolie é famosa pela sua arte e pela sua beleza, mas também pelo trabalho que faz junto das Nações Unidas, em especial  com António Guterres[1], alto comissário para os refugiados das Nações Unidas (UNHCR)[2].

Este é um discurso de 17 de Outubro de 2008, em Nova York que vale a pena rever. Trata da importante questão do negócio entre justiça e paz. Quando a comunidade internacional aceita oferecer segurança e exílio a um tirano e a amnistia aos seus colaboradores para acabar com uma guerra civil. À primeira vista um bom negócio, evitamos a morte de milhares de civis e combatentes em troca de uma aministia geral. Mas sem justiça, permitimos aos violadores, torturadores e assassinos que se cruzem com as vítimas e seus familiares na rua. Será difícil imaginar quantos não tentaram fazer justiça pelas próprias mãos? Que mensagem deixamos aos que no futuro se prepararem para cometer actos semelhantes? E não estaremos simplesmente a adiar o problema e lançar as sementas da nova guerra que se avizinha?